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16 de janeiro de 2013

Escrevo aqui há um tempo, já pensei em mudar título, apagar textos, corrigir outros e até em deletá-lo por completo, por mudar o modo como penso em muitas coisas, mas decidi apenas continuá-lo, afinal como aprendiz e alguém de funcionamento muito peculiar, dou-me à mudanças, me reinvento!

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Que submissão é essa?

... Por tempos fizeram-me pensar que seria Dona de mim... não ignora-se  a essência, ela está além das aparências físicas, a essência é algo que não se explica, não se questiona e não se muda, é sentenciadora e chega a se exalar, implorar para que seja atendida... suprida... submissa eu sou, submissão rebelde, audaciosa e desafiadora... mas conquistável. "Menina mandona!" era como e chamavam, mas eu não queria ser assim, me deixavam que fosse assim, áurea de comando nato... os sentimentos ainda lembro, adorava, e ainda hoje os amo, bem mais hoje do que antes, saber que "ganhei", eu mando! Mas então que submissa é essa e como ela se dá? De teor mais psicológico do que físico, assim é alcançada minha submissão, a reconheço antes interiormente para que me deixe ser domada. Sempre quis alguém que me fosse maior, que me extraísse e me tocasse o íntimo... submissa consentida por reconhecimento próprio de que alguém  a venceu, se impôs e a domou... assim eu sou, meu EU profundo, camuflado pelo semblante frio calculista inatingível... domínio profundo, ceder-te o controle... não pergunte-me como, não saberei responder-te, foge da minha compreensão como acontece o mecanismo que me faça reconhecer minha condição submissa diante do domínio puro. Serei daquele que o olhar me faça descer a cabeça estampando num semblante malicioso a minha entrega de alma... àquele que me faça sentir viva pelo tom de sua voz... que me faça tremer no prazer do medo e do respeito... que me excite os instintos de fêmea lasciva e que me acalente com  seu desejo insano e seu prazer fugaz...  fêmea domada, que reconhece sua condição servil... aqui, por de trás da rebeldia, minha servidão admitindo minha essência.

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