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16 de janeiro de 2013

Escrevo aqui há um tempo, já pensei em mudar título, apagar textos, corrigir outros e até em deletá-lo por completo, por mudar o modo como penso em muitas coisas, mas decidi apenas continuá-lo, afinal como aprendiz e alguém de funcionamento muito peculiar, dou-me à mudanças, me reinvento!

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... mas cadê você?

Eu quero...
Quero poder acordar e sentir-te ao meu lado, que ao me despertar sinta sua coleira ainda atada, os pulsos algemados , sua propriedade desde as primeiras horas do dia, a qualquer dia da semana. Olhar minha nudeza (sua nudeza!) ainda marcada e dolorida, minha pele clara toda sua. Quero poder olhar-te maciçamente ainda dormindo e admirar-te, desejar-te, sentir-me parte de você... confiar-te meu EU, dispor-me integralmente, quero que saiba tão ou mais de mim que a mim mesma, quero ser tua incondicionalmente, intensamente... inteiramente sua cadelinha rebelde.


Vou desafiar-te o domínio, provocar o sádico, testar-te a firmeza, olhar-te diretamente nos olhos e vou rir em meu íntimo, não ouvirás ruído algum, mas sentirás desafiado. Meus olhos contarão-te minhas intenções, meu corpo vai pedir você e o seu domínio impiedoso, seu sadismo fugaz... minha voz fará pouco caso das suas ordens, cadela testando os limites, que ter quer disposto a colocá-la em seu devido lugar, meu prazer voluptuoso.

Vou brincar com os homens, delirá-los, desejarão-me, vou exalar minha sedução, cadela vadia, exibir-me em sua coleira, orgulhar-me de ser tua somente, e vou rir dos demais. Não quero que me cedas a nenhum desses, apenas para os que for de seu gosto, só pra sentir sua posse total, seus indícios de ciúmes alimentarão meus instintos de fêmea... cadela submissa rebelde.

Espero ser pega abruptamente  pelos cabelos, firme... de modo a encarar-te o olhar, e instintivamente sentir-me submissa a ti, ser guiada pelos cabelos horas e outras. Espero sempre que me mostre quem manda e quem obedece, me faça repetir pra você várias vezes enquanto apanho que sou sua, e só sua, isso me excita. Mostre-se dono da sua cadela, agarre-a à força sempre que for necessário, me use e abuse-me quando eu menos esperar; me ensina como ser sua e servir-te a gosto próprio, me ordene o silêncio quando estiver concentrado num detalhe, me chame mesmo que for pra ficar quietinha do seu lado, prometo não precisar de um gag! (risos), mas se for de sua vontade já me excito com a impossibilidade de recusá-lo. Enlouqueceria  se me calasse de outras formas também, ficaria bem de 4 com a boca cheia de você, sem poder descansar os dentes nem de brincadeira (hummmm). Me excito imaginando minha rebeldia ser intimidada pela profunda firmeza de um olhar, pela ameaça dos prendedores de seios ou pela força física, que mesmo sem chance de ganhar, desafiarei para me cansar e me render à você... Espero que possa ter-me tanto ou mais quanto eu possa pertencer-te.

Reconhecerei minha condição sempre submissa se minha rebeldia o reconhecer como Dono de mim e de meus caprichos, saberei sentir-te cansado, disposto, sozinho ou festivo. Eu te espero, me tome sem limites, quero ser sua sem escolhas, sem receios, totalmente sem vergonha, me faça A CADELA, SUA CADELA! Quero não conseguir te deixar, saber que preciso de você e do seu domínio, seja furtivo, prenda-me e à minha submissão peculiar, faça-me ansiar-te durante todas as horas dos dias, faça-te acessível às suas próprias fantasias, realize-as em sua cadela, realize-me fazendo realizar-te, o quero, o espero, não demores a vir me encontrar (...)

-> Acordei assim hoje, ainda na cama, semi-nua, camisola seda preta, despenteada, preguicinha de domingo, te chamando em pensamentos em forma de fantasias, viajei mais uma vez em meu íntimo e me encontro aqui... filosofando-te, imaginando-te... toda molhadinha com minhas íntimas fantasias...

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