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16 de janeiro de 2013

Escrevo aqui há um tempo, já pensei em mudar título, apagar textos, corrigir outros e até em deletá-lo por completo, por mudar o modo como penso em muitas coisas, mas decidi apenas continuá-lo, afinal como aprendiz e alguém de funcionamento muito peculiar, dou-me à mudanças, me reinvento!

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Refletindo

Converso muito, discuto, questiono e reflito a respeito: sadomasoquismo... é definível? Há diferentes formas de defini-lo? Não serão o tempo e a atenção aos erros que influenciariam tal definição?... realmente não sei; estabelecer uma relação entre o que é e não é de fato o SM é tão ineficiente quanto tentar estipular uma receita para um relacionamento, onde cada qual em sua particularidade se envolve e desenvolve de forma peculiar.

Dominação e submissão, possuidor e possuída... mentalizo o significado teórico/prático e me vejo num mundo paralelo ao que a maioria conhece, me encontro e à minha essência, meu EU em evidência, mas não me refiro a tais termos em suas simples formas gráficas, mas de um modo único, instintivo e gratificante. Sentir-se submissa não é o mesmo que a defini-la, ou a define quem a sente?
Ser dominada... não é responder a uma ameaça qualquer ou usar letrinhas minúsculas, é corresponder-se, é querer estar e fazer para estar sempre sob a vigia de alguém, é estar livre estando presa, pelas algemas sentenciadoras e pelos laços psicológicos... diferencio algemas e laços: algemada à submissão, enlaçada ao dominador. A submissão não chega, ela existe (só precisa ser trabalhada), então ela algema; o domínio inverte, chega e não existe (chega junto ao dominador nato), então enlaça, e não obriga. Existir é contínuo, chegar é se fazer.
Erros cometemos, mas são aprendizados úteis para toda a vida, agradeço pelos erros que me ensinam reparar-me, fortificando-me(...)
Aguardo... aguardo que o Sr chegue-me e faça-me submissa que sou, estou aberta para seu domínio, porém sou resistente, mas acredito que me deixarei a Ti, e por isso tenho medo, medo do seu domínio, um domínio puro, fiel e digno de uma submissão. Minha submissão o reconhece apesar de eu o conhecer pouco, seu domínio me exala e tenta meu psicológico, meu receio, pois me resguardo.
Domínio psicológico, não é para qualquer um que queira, mas a quem sabe exercê-lo, pois o que se conquista é uma entrega verdadeira e não mais um corpo apenas, o tempo é necessário e a paciência indispensável, além claro da sua sensibilidade, natos dominadores são mais sensíveis do que se queira acreditar, pois só essa característica lhe confere a capacidade de reconhecer fraquezas, anseios e expectativas, só se domina o que se conhece.
Espero confiar-me a Ti de maneira única e inédita, também sei que devo fazer-me acessível, eu anseio e isso é um começo, aos poucos a confiança se dá de forma pura e facilita me descobrir. Quero o Sr, pois acredito num potencial sublinhar que me conquista já de início, e como tudo que é puro dá-se em forma lapidável, a submissão não é diferente, não vim pronta, nada vem, necessito da sua disciplina.
Enfim, me abro ao seu potencial, preciso confiar ainda e por isso torno-me acessível ao Sr, trabalhe-me!

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