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16 de janeiro de 2013

Escrevo aqui há um tempo, já pensei em mudar título, apagar textos, corrigir outros e até em deletá-lo por completo, por mudar o modo como penso em muitas coisas, mas decidi apenas continuá-lo, afinal como aprendiz e alguém de funcionamento muito peculiar, dou-me à mudanças, me reinvento!

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Duas cadelas para você!


Por fim, meu conto de número três, e também o mais longo; é um conto real BDSM meu.

Data da primeira publicação: 03/10/2011.


Esperei dias muito ansiosa pelo nosso encontro, dormia fazendo as cenas todas na cabeça... Estava então a horas deles, Dono também estaria lá para me receber no desembarque, mas no meio da viagem recebi sua ligação, atendi, antes fosse apenas pra se certificar que a cadelinha não havia desmaiado no avião de nervoso rsrs, mas não, avisava-me que se atrasaria me passando logo o telefone dela, para que quando chegasse ligasse para ela, até hoje penso que isso pode ter sido proposital, anotei o número, nos despedimos, então comecei a pensar: putz! E agora? To ferrada! Não conheço nada, nem ninguém... Nem ela! Ia mesmo ter que me virar; aguardei meu vôo...




Quanto menos faltava mais nervosa eu ficava, tentando sempre me conter, desviar meu pensamento, mas sem sucesso, Dono deixara sua cadela "sem chão", maluquinha mesmo. Já no saguão com a mala nas mãos ensaiava ligar... Então me apresentei logo lhe perguntando onde deveria esperar minutos depois nos encontramos, não sabia o que fazia, nos cumprimentamos e logo rodávamos a cidade de carro, esperando a chegada do Dono. Comentamos brevemente do nervoso que sentíamos, por não sabermos como Dono seria, como faria, foi uma situação ao mesmo tempo engraçada e gostosa, estávamos nos soltando.

Dava a hora de sua chegada, esperávamos no saguão, nervosas, lara até comprou um chocolate antes do almoço rs achei engraçado o fato, as duas olhavam procurando-o entre as pessoas que chegavam à mesma hora, então veio vindo Dono daquele seu jeito que me deixa louca! Cabelo no gel, óculos escuros, camisa social... à esporte fino, GOS-TO-SÃO! e aquela malinha, cheia de brinquedos que eu a-mo! seguimos até o carro, à caminho do restaurante nos instigava perguntando o que as duas já haviam combinado nas costas dele, só ríamos (mais de nervoso que tudo!). Cadelinha nem comera direito, passara horas viajando e estava nervosa demais pro apetite abrir, rumamos para o hotel...

(...) o coração palpitava, as mãos suavam frias, um frio na barriga que chegava a me ofegar de nervoso, a cabeça estava a mil...

... adentramos o quarto como se já estivéssemos acostumados à situação, ajeitei minha mala logo no quarto, sabia o que me esperava mas não sabia como. Dono olhava com uma expressão diferente, pude perceber, não sei como descrevê-la mas estava diferente.

A primeira ordem foi como se aquilo já nos fosse comum, uma à outra. Ajeitando-se ainda no quarto Dono nos mandou que tirássemos a roupa, nos entreolhamos - quem começaria? não sabia quem estava mais ansiosa pelo que aconteceria, sei que logo as duas se despiam; eu morrendo de vergonha, de medo, de tudo, mas apesar disso estava calma, há dias imaginava esse encontro, queria aquilo há tempos, só não havia me dado conta desde quando. Levou um tempo, mas Dono soube me trabalhar, além da própria vontade também havia o desejo do Dono, expresso desde o início da nossa relação, então me dispus a envolver-me pela ideia da bissexualidade.

(...) então vi lara, ainda de calcinha fina, preta, sua pele morena, estatura mediana, cabelos longos escuros, curvinhas gostosas que guardavam um piercing no umbigo e uma tatoo discreta meia coberta pela calcinha... Dono ainda de roupa se aproximou dela e a encostou na parede beijando-a, admirei seu olhar submisso para com Dono. Não sei descrever bem a sensação daquele momento, vendo Dono fazendo com ela como fazia comigo, certa estranheza talvez, que aos poucos foi me parecendo normal tudo aquilo, gostoso de ver. Estava me redescobrindo novamente.

Mandou que tomássemos um banho enquanto se despia, foi uma seguida da outra, uma banho quente, gostoso mas rápido, logo as duas aguardavam Dono que tomava seu banho. Da cama, coberta pelos lençóis acompanhei Dono se aproximando... um olhar satisfeito, sádico, Dono das duas cadelinhas na cama (me excito de lembrar). Colocou-se entre nós duas, beijou uma depois a outra e insinuou querer me trazer com as mãos sobre ele, e de encontro com lara, numa última olhada para Dono que ansiava ver as cadelinhas se beijarem, voltei pra lara de modo a encarará-la... beijo macio, boca fina e gostosa, com a língua apalpava-mos os lábios uma da outra... uma sensação surreal, saciava minha vontade e me marcava no íntimo, não tive mais vontade de parar, me desconectara do mundo, estava inteiramente voltada a nós três, segundos eternos, Dono se fazia entrar naquele beijo, beijamos os três. Já me encontrava cadela da situação, o beijo é algo que me conecta noutra dimensão, não sei explicar, só sinto - meu beijo foi de poucos, agora é só dele...






Dono iniciava mais uma cadela sua ao ménage a trois, para o seu gosto, suas vontades e fantasias.


(...) Dono estava excitado (seu pau duro me enche de tesão), vi a irmã direcionar-lhe uma oral postando-se do lado, de joelhos levou uma das mãos, em seguida se inclinou enchendo a boca com o pau latejante do dono... sua boquinha cheia que subia e descia no Dono, suas mãos que seguravam firmes auxiliando uma chupada gostosa de ver, lenta... saborosa, ouvia-se os estalos, cadelinha ficou com vontade também, cheia de água na boca. Beijei dono, sentia Dono controlando-se daquelas chupadas de lara, que delícia estava sendo, então senti a insinuação que Dono fizera para que a cadelinha se juntasse a irmã, lara chupava gostoso, então a cadelinha começou a lamber o que não entrara na chupada, chupando de leve o Dono que se deliciava dessa oral, sua carinha gostosa de prazer - eu sempre dava um jeito de olhar -, lara e eu revezamos, ouvia-se os estalinhos ritmados agora - amo chupar Dono começando pela cabecinha do seu pau, macia, grande e mal educada, dá vontade de chupar sem parar, e colocar o máximo que conseguir dentro da boca, subindo e descendo, sentindo a garganta se abrir, acompanhando suas expressões de prazer... e os estalos pela pressão da sucção que me eriçam e seu cheiro que me enlouquece, me excita e me conforta ao mesmo tempo, puro cadela!

Dono se posicionou na cama puxando a irmã que foi deitada de frente a seu encontro, observei de joelhos na cama como quem espera o que fazer, Dono num arranque colocou sua cadela de quatro, se aproximou segurando-a pelo bumbum, uma das mãos o ajeitou e com um pouco de jeito começou a penetrá-la... Dono então a travou pela cintura e ficava cada vez mais violento, ela de vagar fechou os olhos se mantendo melhor na posição, ouvia-se alguns gemidos e uma fisionomia que me fez ter a sensação que Dono me penetrava, como se a irmã me fizesse sentir o toque do Dono; apoiou-se sobre os cotovelos na cama, arqueando seu bumbum todo pra aquela fodida, fiquei sem reação, logo Dono fez sinal para que me colocasse sob a irmã que ainda era usada, ela então começou com a língua quente e molhada na minha xaninha, toques leves aos poucos se tornando chupadinhas, sentia a irmã tentando equilibrar-se na oral, Dono a penetrava frenético, fazia com que seu corpo viesse pra frente e pra trás, e o balançar de seus seios... uma visão muito excitante... seus gemidos me arrepiavam a pele de tesão... Uma pele macia me tocava, senti-me sendo penetrada, um de seus dedos entrava na minha xaninha ritmando com a língua que me tocava de leve o clitóris, minha excitação aumentou, toquei-a nos cabelos para ajeitá-los, fios longos e macios, toquei-a tão leve que me surpreendi, dava vontade de tê-la... Observava Dono se deliciar com a irmã, sua carinha gostosa, safada fodendo tão gostoso lara, as vezes fechava os olhos com força e urrava, me excitava sem precisar do 
seu toque direto, não sabia onde mais estava minha atenção, se na oral que a irmã 
fazia ou se na fisionomia maravilhosa do Dono.

Dono se tirou da irmã a fazendo se ajeitar voltada para cima apoiada num travesseiro, me trouxe então entre as pernas entreabertas dela, meio que sobre ela, me ajeitando à sua distância de modo que meu bumbum ficasse-lhe exposto... ver aquela mulher daquela posição me fez ter tanto tesão que a beijei sem que Dono mandasse, desci seu pescoço sentindo seu perfume suave, sua pele macia e um cabelo cheiroso, senti uma de suas mãos tocarem minhas costas, seu corpo estava quente, não queria parar com aquilo se não começasse a sentir Dono se encostar em mim segurando seu pau de modo a ajeitá-lo entre meu bumbum, logo me deu um frio na barriga e um medo, Dono não segura leve além de meter como um cavalo, o bumbum é seu preferido. Cessei com a irmã, estava um tanto alarmada, apesar de excitada meu bumbum estava seco, e não senti Dono colocar nada que facilitasse a entrada do seu pau... comecei então a sentir que de tanto que contraí a musculatura anal Dono escorregou a entrada nas primeiras tentativas, mas não desistiu para o pavor da sua cadela; senti a cabeça que apesar da reluta começava a entrar logo toda dentro, me queimava de leve, parecia que estava sendo rasgada, seu pau entrou todo, então segurou firme minha cintura, e não tive como reclamar, nem como sair, nem aliviar, estávamos sobre a irmã, fiquei com receio de machucá-la se tentasse fugir, começava aos poucos foder sua cadela, a dor me fez pressionar ainda mais a irmã na cama, irmãzinha gostosa, cheirosa, meu corpo sobre o dela, tive vontade de agarrá-la toda apesar da dor que sentia, nesse momento me dei conta que apoiava também a cabeça na irmã a fim de tentar conter um pouco os movimentos dele, eu gemia, de dor e de prazer, um pouco aflita por estar sendo comida daquela forma bruta.

Dono me trouxe mais a baixo, me segurando pela cintura e me ajeitou próxima a xaninha da irmã, me dizia para sentir o gostinho da irmã, então a lambi como senti que fizera comigo, minha língua tocava todo seu grelinho, pequenino, apertadinho, num tom rosado que fazia jus ao seu gostinho, gostinho de mulher, inédito! Tive que sentir a irmã por dentro, a penetrei de pouco, não tinha experiência fiquei com medo que a machucasse; os três estavam suados já, Dono me fodia gostoso, adoro quando segura sua cadela de quatro na cama, mas meu bumbum já doía no fundinho, quase não aguentando Dono mais, foi quando senti um arzinho frio, Dono se afastava caminho ao banheiro, ficamos as duas à espera, tive vontade de agarrar a irmã, mas era tudo novo, tudo diferente, tudo tão gostoso, não sabia se ela iria querer, me contive. Dono voltava do seu banho mandando suas cadelinhas para o chuveiro. Eu estava toda ardidinha já, morrendo de medo se Dono resolvesse usar mais meu bumbum.

Voltando do banho nos ajeitamos uma de cada lado dele, um pouquinho já dolorida eu estava, encostei-me no seu braço, me ajeitei entre os lençóis e logo já não via mais nada.

Dono iniciava mais uma cadela sua ao ménage a trois, para o seu gosto, suas vontades e fantasias.

(...) Dono estava excitado (seu pau duro me enche de tesão), vi a irmã direcionar-lhe uma oral postando-se do lado, de joelhos levou uma das mãos, em seguida se inclinou enchendo a boca com o pau latejante do dono... sua boquinha cheia que subia e descia no Dono, suas mãos que seguravam firmes auxiliando uma chupada gostosa de ver, lenta... saborosa, ouvia-se os estalos, cadelinha ficou com vontade também, cheia de água na boca. Beijei dono, sentia Dono controlando-se daquelas chupadas de lara, que delícia estava sendo, então senti a insinuação que Dono fizera para que a cadelinha se juntasse a irmã, lara chupava gostoso, então a cadelinha começou a lamber o que não entrara na chupada, chupando de leve o Dono que se deliciava dessa oral, sua carinha gostosa de prazer - eu sempre dava um jeito de olhar -, lara e eu revezamos, ouvia-se os estalinhos ritmados agora - amo chupar Dono começando pela cabecinha do seu pau, macia, grande e mal educada, dá vontade de chupar sem parar, e colocar o máximo que conseguir dentro da boca, subindo e descendo, sentindo a garganta se abrir, acompanhando suas expressões de prazer... e os estalos pela pressão da sucção que me eriçam e seu cheiro que me enlouquece, me excita e me conforta ao mesmo tempo, puro cadela!

Dono se posicionou na cama puxando a irmã que foi deitada de frente a seu encontro, observei de joelhos na cama como quem espera o que fazer, Dono num arranque colocou sua cadela de quatro, se aproximou segurando-a pelo bumbum, uma das mãos o ajeitou e com um pouco de jeito começou a penetrá-la... Dono então a travou pela cintura e ficava cada vez mais violento, ela de vagar fechou os olhos se mantendo melhor na posição, ouvia-se alguns gemidos e uma fisionomia que me fez ter a sensação que Dono me penetrava, como se a irmã me fizesse sentir o toque do Dono; apoiou-se sobre os cotovelos na cama, arqueando seu bumbum todo pra aquela fodida, fiquei sem reação, logo Dono fez sinal para que me colocasse sob a irmã que ainda era usada, ela então começou com a língua quente e molhada na minha xaninha, toques leves aos poucos se tornando chupadinhas, sentia a irmã tentando equilibrar-se na oral, Dono a penetrava frenético, fazia com que seu corpo viesse pra frente e pra trás, e o balançar de seus seios... uma visão muito excitante... seus gemidos me arrepiavam a pele de tesão... Uma pele macia me tocava, senti-me sendo penetrada, um de seus dedos entrava na minha xaninha ritmando com a língua que me tocava de leve o clitóris, minha excitação aumentou, toquei-a nos cabelos para ajeitá-los, fios longos e macios, toquei-a tão leve que me surpreendi, dava vontade de tê-la... Observava Dono se deliciar com a irmã, sua carinha gostosa, safada fodendo tão gostoso lara, as vezes fechava os olhos com força e urrava, me excitava sem precisar do seu toque direto, não sabia onde mais estava minha atenção, se na oral que a irmã fazia ou se na fisionomia maravilhosa do Dono.

Dono se tirou da irmã a fazendo se ajeitar voltada para cima apoiada num travesseiro, me trouxe então entre as pernas entreabertas dela, meio que sobre ela, me ajeitando à sua distância de modo que meu bumbum ficasse-lhe exposto... ver aquela mulher daquela posição me fez ter tanto tesão que a beijei sem que Dono mandasse, desci seu pescoço sentindo seu perfume suave, sua pele macia e um cabelo cheiroso, senti uma de suas mãos tocarem minhas costas, seu corpo estava quente, não queria parar com aquilo se não começasse a sentir Dono se encostar em mim segurando seu pau de modo a ajeitá-lo entre meu bumbum, logo me deu um frio na barriga e um medo, Dono não segura leve além de meter como um cavalo, o bumbum é seu preferido. Cessei com a irmã, estava um tanto alarmada, apesar de excitada meu bumbum estava seco, e não senti Dono colocar nada que facilitasse a entrada do seu pau... comecei então a sentir que de tanto que contraí a musculatura anal Dono escorregou a entrada nas primeiras tentativas, mas não desistiu para o pavor da sua cadela; senti a cabeça que apesar da reluta começava a entrar logo toda dentro, me queimava de leve, parecia que estava sendo rasgada, seu pau entrou todo, então segurou firme minha cintura, e não tive como reclamar, nem como sair, nem aliviar, estávamos sobre a irmã, fiquei com receio de machucá-la se tentasse fugir, começava aos poucos foder sua cadela, a dor me fez pressionar ainda mais a irmã na cama, irmãzinha gostosa, cheirosa, meu corpo sobre o dela, tive vontade de agarrá-la toda apesar da dor que sentia, nesse momento me dei conta que apoiava também a cabeça na irmã a fim de tentar conter um pouco os movimentos dele, eu gemia, de dor e de prazer, um pouco aflita por estar sendo comida daquela forma bruta.

Dono me trouxe mais a baixo, me segurando pela cintura e me ajeitou próxima a xaninha da irmã, me dizia para sentir o gostinho da irmã, então a lambi como senti que fizera comigo, minha língua tocava todo seu grelinho, pequenino, apertadinho, num tom rosado que fazia jus ao seu gostinho, gostinho de mulher, inédito! Tive que sentir a irmã por dentro, a penetrei de pouco, não tinha experiência fiquei com medo que a machucasse; os três estavam suados já, Dono me fodia gostoso, adoro quando segura sua cadela de quatro na cama, mas meu bumbum já doía no fundinho, quase não aguentando Dono mais, foi quando senti um arzinho frio, Dono se afastava caminho ao banheiro, ficamos as duas à espera, tive vontade de agarrar a irmã, mas era tudo novo, tudo diferente, tudo tão gostoso, não sabia se ela iria querer, me contive. Dono voltava do seu banho mandando suas cadelinhas para o chuveiro. Eu estava toda ardidinha já, morrendo de medo se Dono resolvesse usar mais meu bumbum.
 
Voltando do banho nos ajeitamos uma de cada lado dele, um pouquinho já dolorida eu estava, encostei-me no seu braço, me ajeitei entre os lençóis e logo já não via mais nada.

Acordar à três! que delícia! duas cadelinhas pra Dono dar bom dia e mandar ir se arrumar pro café. Dono como sempre mais rápido em se vestir, as duas terminavam de se aprontar, então descemos para o café da manhã, percebi a indiscrição das pessoas ao redor que olhavam a situação, não sei explicar se curiosas, repugnadas, admiradas, sei lá o que pensavam, sentavam-se os três a tomarem seus cafés - particularmente adoooro isso em público, quanto mais olhavam mais eu gostava, talvez uma invejazinha deles e um espanto delas, enfim, a situação me agrada e fiquei o tempo todo confortável, por que não? por que não duas para um? a-mo! e se vissem beijo? kkkk eu amaria mostrar com certeza!

Fazia calor, o hotel se separava da praia por uma avenida extensa, saíam os três de carro à caminho de uns compromissos de lara, passamos o dia assim, curtindo a cidade e o bom tempo, aproximava a hora do almoço, já planejávamos onde comeríamos, cadelinha já quase morrendo sei lá de que, sem apetite pra ajudar, Dono sempre reclama que quase não como, se incomoda com a quantidade e sempre diz isso, os restaurantes tinham muitos pratos típicos do litoral, muito peixe e frutos do mar, cadelinha é mineira! Nem preciso contar o gosto rs. Almoçamos e rodamos mais um tempo, cadelinha não estáhabituada a ficar tanto tempo fora de casa sobre quatro rodas, pedi então pro Dono que me deixasse no hotel enquanto ele e lara terminassem o que tinham que fazer no dia.

Deixaram-me na porta do hotel, subi pelo elevador, em instantes estava no quarto novamente, meio tonta, cansada... o quarto estava limpo, as toalhas repostas a cama bem feita, tudo branco, macio, cheiroso... o quarto estava claro e ventilado, a janela apenas no vidro, o hotel estava numa pequena reforma na fachada, haviam uns andaimes e pessoas trabalhando, ninguém trabalhava em frente à janela, então não fiz questão de fechá-la, estava gostando da luminosidade do quarto. Larguei-me na cama por alguns instantes, respirei... levantei e comecei a me despir lentamente frente ao espelho, me olhando... todinha do Dono!andei um tempo nua pelo quarto, entrei e saí do banheiro até que entrei pra tomar um banho. Fiquei hora lá no chuveiro, relaxando o corpo, saí me enxuguei, novamente estava no quarto, nua, fresca, cabelos ainda pingando o banho. Organizei minha mala, penteei meus cabelos frente ao espelho novamente, então me ajeitei na cama entre os lençóis frescos, liguei a TV, esperando Dono e lara chegarem.

Não sei quanto tempo levaram pra chegar, ouvi se aproximando da porta, Dono então entrou primeiro e logo bateu o olho na janela me falando de ser maluca de não ter fechado a janela, que os caras trabalhavam ali etc., se encaminhando pra janela; eu não havia visto ninguém, não vi mal em deixá-la aberta, mas quando Dono chegou na janela fechando as cortinas longas e escuras notou que havia um cara que estava posicionado logo a baixo da linha de visão de dentro pra fora, Dono falava fazendo uma cara como se tivesse me pego no flagrante de um crime rs, fiquei receosa, voltando veio falando voltado pra lara que eu era além de tudo exibicionista - claro! não vi o cara ali, mas se ele me espiou no quarto eu adorei a ideia, não nego ser exibicionista, além de que mostrar o que já tem dono me dá tesão! - eu rindo por dentro, Dono com uma cara..., e lara ria da situação, achou engraçado o ocorrido.

Cadelinha já estava nuazinha na cama, lara tomou seu banho e estávamos a espera do Dono. Momentos depois vinha ele... um risinho sádico de canto aqueles olhinhos puxados sádicos me matam de tesão. Caminhou até a outra ponta do quarto, passando pelos pés da cama nos observando, as duas acompanharam o que fazia... tirou duas sacolinhas pretas da mala, uma pra cada cadelinha: nossos gags e coleiras, o que significava trabalho pras cadelinhas! Empolguei num estalo, amo ficar de coleira para ele! como escravinha dele. Mandou que ajudássemos uma a outra a abotoar nossas coleiras. Então se aproximou até a cama e se ajeitou, uma cadelinha de cada lado, Dono beijou suas cadelas que se beijaram em seguida. Mandou que lara montasse no seu pau, todo excitado, lara obedeceu, se penetrou e logo Dono a usava pro seu prazer. Eu observei seus movimentos entregues para ele, os cabelos longos que desciam até quase a cintura, aquela mulher encoleirada para Dono... obedecendo-o como cadela, estava tão gostosa submissa à ele... me excitou! Dono hora e outra me beijava, falando perto do ouvido olhando para a irmã: IRMÃ GOSTOSA? GOSTA DELA? - Eu olhava para seu corpo sobre Dono e respondia afirmando, me encheu de tesão Dono amando a irmã que lhe dava muito prazer, isso me realizava, lara dando prazer para Dono. Nunca havia me colocado em posição de voyeur, Dono mais uma vez trabalhando sua cadelinha, confesso que excitou muito participar de forma indireta - Dono ali, se satisfazendo com a irmã, lara obedecendo ele, sendo usada pelo mesmo Dono da minha submissão... começo a me excitar de imaginar isso de novo. Isso é ver Dono tão dominador da situação que me enche de prazer, fico sedenta por mais, sempre mais.

(...) me mandou que chupasse os biquinhos dela, ainda a usando, (vivia me falando que me queria chupando uns peitinhos rs) deixava cadelinha maluca, e lara tem seios deliciosos, amei. Trocou de cadelinha, me queria chupando, então chupei tudinhooo, estava muito duro, muito gostoso (excitando de lembrar!). Se colocou melhor na cama me trazendo à sua frente, começou a usar sua cadela. me enchia com seu sexo, usou até se cansar, então segurou lara sob seu corpo, enquanto a usava de frente com as pernas entre abertas, cadelinha a beijou e a tocava nos seios, lara fazia uma carinha muito gostosa quando Dono a fodia, olhar me dava prazer, então pressionou mais lara contra a cama levantando suas pernas e se posicionando de forma mais vertical, de modo que eu visse todo o movimento enquanto ele entrava e saía da irmã... que fodida maravilhosa, e que gostoso ver Dono naqueles movimentos, comendo sua cadela que gemia feito no cio, me mandou que o chupasse naquela posição, cadelinha de quatro na cama chupava o saco do Dono que batia na xaninha da irmã, toda molhadinha de tesão, escutava a fodida e sentia o gostinho deles, Dono as vezes urrava metendo mais forte, cadelinha molhava de ouvir e sentir Dono fazendo sexo. Virou lara e a colocou de lado pra comer seu bumbum, mandou que cadelinha pegasse o gel, logo enchi a mão e passei no se pau muito duro, minha mão estava menor parecia rs, e lambuzei bem o bumbum dela, ainda sentia o meu, todo fodidinho, fiquei com dó da irmã, um bumbunzinho tão pequenino, enquanto passava o gel, ele aguardava pouco afastado dela, a cabeça encostava em suas nádegas, segurava-a pelo braço, como se desse pra ela fugir! Depois me ausentei, fui tirar o excesso das mãos, não presenciei, quando voltei ainda suada, nos mandava pro banho, desatava nossas coleiras, mandando que entrássemos juntas, revezávamos o chuveiro enquanto ele nos observava, terminamos e logo foi sua vez.

Já era quase hora do jantar, lara se vestiu, se ausentaria instantes para pegar novas roupas. Ficamos a sós, deitados um pouco cansados, eu alisava Dono, amo passar a mão nele, não demorou e logo estava rijo, cadelinha segurava firme enchendo a mão, já molhadinha de tesão de senti-lo excitado, se descobriu, se olhou e olhou pra cadelinha, mas estava tão gostoso pegar no Dono que só depois q insinuou forçando a cabeça da cadelinha pra baixo é que me puis a chupar, estava rijo, não tinha vontade de parar, dada a hora ele me interrompeu, me mandou que começasse a trocar, também se trocando. Logo lara chegou, estávamos arrumados, no caminho decidíamos o local. Após o jantar seguimos para um barzinho, mais três amigas de lara nos acompanhavam, baunilhas, não sei o que passava em suas cabeças, mas notei olhares curiosos, ma-ra-vi-lho-so de novo! Amei! Amo deixar leigos sem entenderem nada. A noite estava amena agradável, Dono pedia cervejas, me recusei beber, fico língua solta, me renderia uns castigos, mas me fez beber, bebi o suficiente para me soltar, observava o local, as pessoas, ouvindo a música... não sossegava na cadeira. Me virava para o ver, dono bebia tranquiiilo me observando, pensava comigo: ai, ele tá adorando me destravar pra falar as coisas. Começou a me perguntar sobre o que fazia lá no campus, como eram as danças, se elas se pareciam com as do bar... hora conversávamos todos, hora observávamos o movimento. Ele não me deixava afastar o copo de perto dele, então quando se distraiu enchi o copo com guardanapos amassados, rimos todas à mesa, quando percebeu o que tinha feito ameaçou chamar o garçom para pedir um novo, apavorei mas morria de rir por dentro, ele estava do meu lado, a todo momento se aproximava para me falar no ouvido e me beliscava debaixo da mesa, eu ria, sabia que ele se continha em público, percebendo que me aproveitava disso passou a mão pelos meus cabelos (daquele jeito de dizer que estava ferrada por aquilo), no impulso trouxera o corpo um pouco pra longe dele que riu debochando da minha expressão desconfiada do gesto rs; descera a mão no pescoço de forma sutil, me apertava sem que ninguém percebesse, até um leve incômodo (ai, to ferrada, eu pensava), mas morria de rir por dentro por provocar-lhe em público, me falava no ouvido: VAI APANHAR MUITO VOCÊ. e ria da minha feição... seus olhos puxadinhos tranquiiilos segurando aquele risinho sádico que eu amooo! Tive vontade que se descontrolasse, explodisse e me pegasse pelos cabelos, eu debochava muito por dentro de ver como ele se continha em público(...)

(...)chegamos no hotel, guardamos o carro e subimos para o quarto. Nuzinhas deitávamos deixando um espaço para Dono que entrava para um banho com uma expressão cansada, nos entreolhamos, nos cochichos: mas eu não quero dormir! Nem eu! Ociosas depois de um tempo de silêncio pensamos alto: vamos esconder as coisas dele! O chicote! Ficamos eufóricas analisando o tempo que já estava no banho, viria a qualquer hora e nos pegaria no flagra! Pulei da cama e corri na sua mala, peguei seu preferido, olhei pra lara: onde?! ... pensamos rápido e olhamos pra geladeira, apavorada, amando aprontar com ele, agachei e trouxe a geladeira, encaixei seu chicote atrás e a empurrei no lugar, o chuveiro desligava, lara me chamou pra cama, voei pro meu lugar, afogamos os risos nos travesseiros, a barriga doía de rir, logo nos recompomos como se nada acontecesse, mas não podia olhar pro lado dela que não aguentava o riso. Ele entrou no quarto e as duas caíram na risada, torcendo os lábios sem entender, soltando um risinho: O QUE VOCÊS APRONTARAM HAN? Nada dono! Estamos quietinhas esperando você! é! HUM, VAMOS DORMIR ENTÃO. Pensava: an?! Como assim? Só isso? Não vai pegar seu chicote?! Frustrei! Queria brincar, era sua última noite com a gente. Ele chegava na cama, nos beijou, apagou a luz e deu boa noite.

Pensava: ele tem que procurar esse chicote hoje! Tudo estava no silêncio...

-Não to a fim de dormir dono.

-É, eu também não!

-DESCANSEM CADELINHAS, DESCANSEM, VOCÊS ESTÃO CANSADAS.

Como se quiséssemos dormir! Aff

-VAMOS CADELINHAS, SE EU LEVANTAR PEGO O CHICOTE, ME DEEM BOA NOITE, VAMOS!

Ele esperava...

-Não, eu não vou dormir!

-Nem eu!

-Não estamos cansadas.

-VOU CONTAR ATÉ 3... 1...2... NÃO VÃO DORMIR?!

-"Não!"

Estava eufórica para vê-lo procurar o chicote.



-VÃO SE ARREPENDER VOCÊS DUAS!


Rimos até, mas não por muito tempo. Levantou bruscamente, acendeu a luz perto da cabeceira e se levantou:

-AVISEI VOCÊS, VÃO SE ARREPENDER!

-Hunrun!

Resmungamos. Cobri a cabeça com o lençol para não rir nas costas dele, revirava sua mala.

-MEXERA NAS MINHAS COISAS VOCÊS DUAS, QUERO AGORA NA MINHA MÃO!

-Mas Dono a gente não mexeu, você quem o guardou, não está sabendo onde coloca suas coisas?!

Dono se irritava, falava num tom bravo já:

-SABEM O QUE SIGNIFICA MEXER NAS MINHAS COISAS?!

Isso me excitava! rs

-Não pegamooos!

-NÃO VÃO TRAZER?

-Mas don...

Nem terminamos a frase, num tom agressivo:

-DE JOELHO AS DUAS, AGORA!

Nos olhamos, segurei pra não rir, nos postamos de joelho, mãos pra trás e rosto na parede.

-NÃO SAEM ATÉ QUE ME TRAGAM!

-Mas...

Interrompeu nos corrigindo a posição. Ele procurava, muito irritado, na minha mala, debaixo do colchão, na janela rs, poderia estar em qualquer lugar.

-SE MANDARAM PELA JANELA VÃO PELADAS LÁ BUSCAR, ENTENDERAM? Era quarto andar, nós ríamos demais, abafadas, observando sua raiva. Os músculos começaram adormecer, a coluna curvava...

-AJEITEM-SE! FECHEM AS PERNAS, ESTOU NA CAMA VIGIANDO VOCÊS, VÃO PASSAR A NOITE TODA AÍ.

Aterrorizávamos psicologicamente, estava deitado trocando os canais da TV, mostrando sua inquietação escondida num jeito calmo de falar, com certeza queimava por dentro, isso me excitou eu confesso.

Se levantou e desligou a TV, foi até a mala... nos olhamos, uma sensação gostosa de medo, de surpresa, a mercê da rua raiva. Trazia os niplles, odeio eles! Fico sensível e dolorida. Não falava mais nada, se aproximou e mandou que virássemos, esfregava o biquinho muito forte, eu trazia o tronco pra trás enquanto me prendia aquilo, um em casa seios, de início tranquila. Se deitou:

-ESTÃO GOSTANDO DE FICAR AÍ? ESTOU ADORANDO VER VOCÊS DAQUI! VÃO FICAR A NOITE ASSIM!

Passou um tempo, tudo doía já, chegou sutil nos pés da cama, ainda deitado de bruços:

-VEEM AQUI CADELINHAS, NÃO LEVANTEM!

O espaço entre a cama era curto, mas já doía tudo, mandou que ficássemos ao seu alcance:

-TENHO DISPOSIÇÃO PRO RESTO DA NOITE..

Puxava as duas pela corrente que ligava os prendedores, eles escorregavam para a ponta, a dor me irritara com os soquinhos que dava, torturava as cadelas ousadas. Num puxão nos trouxe bem perto, olhando nos olhos:



-O CHICOTE OU A COLEIRA!


Nos entreolhamos, lara se levantou e foi até a geladeira, arrastou-a, agachou e trouxe o chicote, Dono observava a ousadia das cadelas, ela entregou pra ele e voltou de joelhos. Nos tirou os niplles, a dor era intensa. Mandou que ficássemos de cara na parede. Pensava: mas o chicote tá aí, o que mais quer? Ele voltava com algo nas mãos, se sentou na cama:

-QUAL DAS DUAS CADELAS É A PRIMEIRA?

-Primeira o que Dono? Já demos seu chicote!

-QUEM VAI SER?

-Não respondemos.

-CERTO EU ESCOLHO! LARA VENHA AQUI!

Ela levantou e foi. Pensava: o que será que vai fazer? logo será eu!

-DEITA AQUI NO COLO, VAI FICAR UMA GRACINHA EM VOCÊ!

O medo me tomou, o rabo! o plug que comprara, meu bumbum já estava dolorido da fodida seca que dono não lubrificara.

Ela resmungava doído, Dono mandava a ficar quieta ajeitando-a em seu colo, observei furtivamente, começava a sua frio.

-CADELA RELAXE!

Sentia o pavor de lara, provavelmente o plug entrava, ela reclamou de novo, aquilo me aterrorizava, comecei a me mexer, queria sair correndo dali, saí da posição.

-PAREDE CADELA, PAREDE!

Voltava na posição correta ouvindo ela gemer, parecia ser de prazer agora, ficava menos apreensiva.

Então mandou que me levantasse e fosse até ele, lara chupava Dono tão gostoso, de bumbum pra cima com o rabinho. Ele bateu a mão na cama para que me deitasse sob ela, obedeci, comecei a lamber a xaninha dela, muito muito molhada, ela estava excitada. Espalmei as mãos na parte de trás das suas coxas, firmando-a enquanto a chupava. Dono se deliciava com suas cadelas. A tirou de cima de mim me trazendo para o seu pau, me ajeitava em seu colo com o bumbum pra cima pra colocar aquilo em mim. Mandava-me relaxar, eu tentava, então senti encostar aquilo no meu bumbum, estava lubrificado, escorregava muito; começou a forçar a entrada, gemia rasgando de dor enquanto me segurava firme no seu colo... a irmã me chupava enquanto Dono tirava e colocava o plug, eu segurava a água no cantinho dos olhos. Ele fazia tudo calmo, observava sádico, amando o que fazia(...)

Enquanto juntava seus acessórios pensei que realmente fossemos dormir, no fundo eu não queria ainda, queria meus brinquedinhos:

-Tô sem dono!

-Também não quero dormir!

Queria que me batesse de cinto até pedir pra parar, algemada e de quatro!

-VÃO DORMIR AMARRADAS! NÃO VÃO NEM AO BANHEIRO ATÉ QUE EU ACORDE!

Particularmente eu adorava a ideia enquanto ria, foi quando ele jogou as cordas e os gags na cama, começou por lara, apertou-lhe o gag, dava nós que uniam seus punhos aos tornozelos nas costas, o mesmo fez comigo, amarrada sem poder me mexer ele trazia os prendedores de novo, eu resmungava com dificuldade, estava de bruços com os joelhos dobrados e presos nas costas aos pulsos, forçando o prendedor contra o corpo; uma sensação gostosa de incapacidade, indefesa e de dor, as duas caladinhas, só gemidinhos.

Ele ria, eu adorava seu sadismo. Dono me provoca o orgulhozinho rebelde quando me deixa assim, vulnerável, ele só não esperava que enquanto me prendia lara se soltava, ri muito quando ela se livrou das cordas, ele bateu na sua bunda voltando a atar enquanto ela ria, ele a desafiava a se soltar de novo dessa vez, eu ria abafada pelo gag que me incomodava o maxilar, logo que cuspí-los também me soltei o desafiando a amarrar mais forte. Dono empurrava e apertava mais o gag, até não conseguir cuspir mais, apertava muito, tava difícil pra engolir, começava a babar um pouco, sensação mais desconfortável, ele me perguntava coisas só pra me fazer resmungar, humilhante confesso, babar tentando falar! Me excita lembrar da incapacidade do momento. A corda roçava na pele, deixava hematomas nos pulsos, posição incômoda, os seios dormentes, mas se tocados hiper doloridos (odeio prendedores!). Assistia nosso insucesso, se divertia com o nosso pânico no olhar, as pernas queriam esticar; começou a soltar lara, só me observando, não conseguia falar, só via no olhar meu pânico pedindo pra sair. O domínio físico também me excita, ser domada me alucina, pois sou domável só para Dono, mas ardida na maioria das vezes, gosto do limite, gosto de provocar, os extremos me excitam desde muito nova.



Lara adormeceu primeiro, Dono afagava as duas. Eu observava o carinho que tinha com lara, isso me aconchegava. Dominador, sádico, carinhoso, romântico e rebelde, ele me enlouquece os instintos de cadela, fico ofegante em reconhecer seu domínio sobre minha rebeldia, me deixa sempre de quatro ao seu dispor Donoooo, sua forma intensa de ser me cativou, confio plenamente em você, isso me deixa vulnerável e me assusta, me deixando insegura as vezes; cuida de mim Dono, sou inteiramente sua, me tome, sacie seu instinto, cala-me o orgulho, extraia-me, faça-me SUA CADELA SEMPRE!


No dia seguinte almoçávamos antes de sua partida, nos lembrara dos castigos que acumulamos pela noite desobediente que demos a ele, debochávamos, dono se fixava nas duas olhando diretamente, se pudesse nos pegava pelos cabelos ainda na mesa, mas sabíamos que nunca faria isso em público, tanto que quando se ausentou para um telefonema deixando seus cigarros e seu isqueiro sobre a mesa apressamos em dar um fim no isqueiro, para que achasse os cigarros mas não os pudesse acender (kkk ai que delícia aprontar com ele). Ele retorna, senta, volta a conversar tranqüilo com a gente, não arriscamos nos olhar para não rir e entregar a arte... Ele passa a mão no maço, logo saca a falta do isqueiro:

VCS ESCONDERAM MEU ISQUEIRO, CADÊ ELE AGORA, NÃO ACREDITO NISSO!

Nós: mas não pegamos nada, sério (maiores caras de pau!) entre um telefonema e outro de lara dono se dirigiu a mim, para que falasse onde estava, continuei afirmando não saber do que falava, me mandou mexer na bolsa de lara, vasculhei pra ele no maior cinismo:não tá aqui! Eu falei! ME DÁ ESSA BOLSA AQUI, QUERO VER! kkkkkk ri por dentro, lógico que não encontraria, lara o encaixara na madeira sob a mesa, dono devolveu a bolsa, chamou o garçom que não tivera nenhum isqueiro para oferecer ao pedido do dono kkkkk ríamos nessa hora, dono se informava sobre onde vendia um, entendido dono tirava o dinheiro do bolso mandava as duas irem buscar: eu não! Nem eu! Procura o seu que tem que estar aqui, essas coisas não somem, e dono já havia até mexido numa planta perto da nossa mesa na esperança de encontrar, inclusive já havia olhado sob a mesa, não entendia como não achara, foi quando lara cochichou dizendo estar dentro do seu sapato kkkkk morri de rir, a ansiedade e irritação dele aumentava, ele fingia não estar ligando mais, mas voltava a ameaçar entre uma conversa e outra, chegou a trocar de lugar pra segurar lara pelo pescoço de modo sutil como fizera no barzinho comigo, ele beliscava ela.

Ausentou-se dizendo apenas que já voltava, para que esperássemos ele, nesse momento devolvemos o isqueiro escondendo-o por entre as travessas do almoço, de forma que só quando o garçom foi retirar a louça é que o isqueiro de fato apareceu, rimos as duas dele, dizendo que ele já nem sabe mais onde põe suas coisas (amei, deixamos dono um bom tempo sem fumar kkk).

Sei que acumulamos bons castigos nesse encontro, dono vai lembrar que escondemos seu chicote, que não o deixamos dormir, que escondemos seu isqueiro o fazendo procurar porsuas coisas novamente e além de tudo, nosso deboche. Rio lembrando desses fatos, mas não escondo um certo medo do que vai fazer comigo por isso tudo rs, isso renderá outro conto, o próximo com certeza!

OBS.: Donoo não excite mais sua cadelinha assim, não vejo a hora de pagar esses castigos, todos!

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