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16 de janeiro de 2013

Escrevo aqui há um tempo, já pensei em mudar título, apagar textos, corrigir outros e até em deletá-lo por completo, por mudar o modo como penso em muitas coisas, mas decidi apenas continuá-lo, afinal como aprendiz e alguém de funcionamento muito peculiar, dou-me à mudanças, me reinvento!

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Encontro baunilha com o Dono


Segundo conto real...

Data da primeira publicação: 10/06/2011

Sentindo meu corpo todo dolorido começo a lembrar da noite que passei com DONO...cheguei onde estava depois de 2h na estrada, DONO foi me buscar na rodoviária que ficava próxima à casa de um amigo onde estava hospedado, numa dessas cidadezinhas do interior de MG, minutos depois me apresentou a uns amigos, estavam numa confraternização à moda mineira, foi um pouco engraçado pois não pude deixar de perceber um certo espanto deles, talvez com relação à diferença de idade, presumo rsrs, mas ótimo, adoro isso, quando devem se perguntar o que DONO tem pra eu gostar tanto rs. Depois de comer, beber e prosear fomos pra casa do amigo,
já era tarde da noite e fui juntar minhas coisas às do DONO. Na entrada da casa era uma decoração bem típica de um desses hoteizinhos simpáticos de minas, não pude reparar muito, além de escuro e dada a hora (de "dormir") logo estávamos na suite... sozinhos... como a muito tempo aguardava; DONO se aproximou e beijou macio, fiquei toda excitadinha, DONO não prosseguiu com nada, se afastou e eu fiquei na expectativa pensando o que faria - queimando de desejo pelo seu domínio. Estava frio, o chão era em mármore escuro num acabamento fino mas o quarto não deixava de ser aconchegante, não com DONO ali... sua presença inebria meu tesão; me ofereceu um banho, quando ia resistir o ouvi do banheiro perguntando se a cadelinha não iria se despir para o DONO.

Nossa, com a saudade que tava da voz, do olhar, da presença... fiquei doidinha! tremendo de frio aproveitei então para um banho quente, e quando saí DONO me esperava na cama, dando aquelas batidinhas na cama como quem chama a cadelinha, caminhei nua ligeira pra junto dELE, os dois nus... então DONO se aproximou e me beijou... um beijo gostoso, apertado de saudade.... veio por entre as pernas da cadelinha que ansiavam sentir tocadas, senti suas mãos tocarem a xaninha fiquei molhada de vontade, rápido o senti aproximar seu sexo, então numa única e profunda penetrada senti uma dor que no início incomodava mas logo virou prazer.

O DONO usou a cadelinha por frente, sentia o peso do seu corpo sobre o meu e dessa vez DONO parecia mais bruto, metia forte e firme na cadela dele, o êxtase foi grande q eu quando me dei havia mordido e marcado DONO, senti ainda mais forte as estocadas, então se afastou e mandou q ficasse de bumbum pra ele, sem demora obedeci, morrendo de vontade e de medo, pois usava forte a cadelinha, temi como ia fazer por trás. Quando começou a me penetrar foi até o fundo, entrando aos poucos, sentia meu corpo rasgando, a dor queimava e eu comecei a gemer mais forte, não adiantava dizer que doía, então; foi aumentando, as estocadas me faziam gemer alto, abafei-os no travesseiro morrendo de vergonha pra o amigo não escutar nada de fora, penetrava forte, pedi várias vezes que fosse devagar pq doía muito, DONO estava agressivo,ouvia ele urrar sobre a cadelinha dizendo que adorava minha dor, me mandou que chegasse pra baixo pra poder segurar na minha cintura enquanto me usava por trás, antes que começasse a obedecer tirou o sexo rápido e senti suas mãos sob minhas coxas que seguraram firmes e num arranque me havia levado pra baixo na cama antes que descansasse numa estocada voltou frenético no bumbum da cadela, me segurava firme sob seu corpo quando tentei separar as pernas me segurava com os joelhos, se dobrou sobre minhas costas ainda me penetrando, urrando, eu tava amando ouvir seu prazer, mandou que me tocasse, enquanto eu fazia segurou minha boca com as mãos, os gemidos foram abafados, então trouxe as mãos no meu pescoço, segurou-me o ar por alguns instantes, parecia q eu ia sair de mim, quando voltei a respirar o senti q havia gozado. Não ia aguentar o choro de dor, quando senti que iam brotar as lágrimas DONO tira de uma vez, eu estava toda suada e cansada já pela força que DONO fez na cadelinha, o vi afastar, fikei deitada sobre a cama bufando o cansaço...

ELE voltava, se deitou e mandou que a cadelinha o chupasse,a cadelinha tava molhada toda usada, cobrindo todo o pênis com a boca, gostava de fazer isso de olho na reação do DONO amo seu prazer.... tava rijo, DONO fez sinal para que me sentasse nele, rápido me penetrava nele enquanto me segurava pela cintura, me fez cansar de rebolar sobre seu pau, a cadelinha por cima gozou de tesão, tava toda molhada sobre o DONO, cansadinha já pelo rítmo da pegada do DONO, deitei sobre ele ainda penetrada, foi quando disse que queria a cadelinha por debaixo, girei pro lado e logo DONO veio em cima, depois do tempo e da forma "bruta" com que usava a cadela, comecei a notar q sangrava, nao sabia se vinha de trás ou da xaninha q DONO metia, não sentia dor nenhuma, e não estava menstruada, quando se certificou que apesar do sangue a cadelinha estava bem, continuou por mais algumas estocadas, e então se afastou e quando de pé lembrou a cadelinha das mordidas q recebera enquanto a usava, lembrei que não havia nenhum acessório e ri debochando quando DONO perguntou o que eu merecia, disse que nada porq nem chicote nao tinha, então em direção ao banheiro para um banho, me lembrou q havia o cinto da sua calça, os cabides do armário (fui gelando.... e adorando!) e que adorava dar palmadas, rindo entrei no chuveiro.

Ai o DONO sumiu pro quarto.... voltando veio intimidando a audácia da cadelinha, dizendo q eu tava ferrada, ainda nao havia eu visto q ele ja segurava o cinto dobrado nas mãos de pé na porta do banheiro, quando fui saíndo, foi me dando um tesão de saber q ia entrar no cinto rsrs.... quando fui passando por ele ameaçou uma cintada e lógico q assustei! tava dobradinho ao meio pra estalar no bumbum. Então mandou q eu subisse na cama de 4 pra ele, começou uma a uma, forte, firme q se alternavam entre carícias a fim de acalmar a pele, eu começava a torcer na dor quando imaginei q seu amigo pudesse estar ouvindo td aquiloooo! ki vergonhaaa! então depois de 10 cintadas disse q tava bom já, que agora eu ia me virar e fazer aquela marca das 2 mordidas que dei na altura do ombro sumirem, se não ia tá ferrada.... encostada no DONO que estava deitado enquanto a cadelinha massageava o local, eu ria debochando do feitio, DONO deu uns tapas ardidos no bumbum pelado da cadela que até fikei só por conta da massagem e nem quis rir mais, o cansaço começou a bater era madrugada, tava frio, DONO e eu cobrimos pra dormir, durante o sono, como todas as noites que passei com DONO, ele esticava a mao sobre o bumbum da cadelinha coberto dava leves batidinhas, rsrs como que se certificasse que a cadelinha estava bem, rs um amor de perceber isso, muito gracinha mesmo, dá vontade de rir quado lembro rs, essa noite foi típica mineira com toque de D/s, senti falta das algemas mas o cinto me fez lembrar bem dos acessórios linnndos do DONO, agora to aki lembrando de como aconteceu meu encontro "baunilha" com DONO.

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