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16 de janeiro de 2013

Escrevo aqui há um tempo, já pensei em mudar título, apagar textos, corrigir outros e até em deletá-lo por completo, por mudar o modo como penso em muitas coisas, mas decidi apenas continuá-lo, afinal como aprendiz e alguém de funcionamento muito peculiar, dou-me à mudanças, me reinvento!

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Manhã em Nota


-> Meu conto no outro blog "Relatos de Sophia" também escrito por mim.

Há tempo que venho querendo escrever-te algo, certamente encontro alguma dificuldade pelo teor da realidade com que tudo vem me acontecendo, sim, é tudo real, sou eu, sua cadela que é cuidada, usada e amada por você. Talvez meses atrás me fosse mais fácil ficar vagando incessantemente pelas fantasias obscuras de uma masoquista, mas hoje me acontece de forma maciça e consistente tudo aquilo que um dia fiquei imaginando enquanto jogada na cama numa manhã de domingo ou numa noite de sábado.

Premier Chien

Esse é um conto que me enviaram, li e gostei, e só depois de insistir consegui a autorização para publicá-lo. Ele traz uma temática um pouco diferente da que eu costumo escrever e contar, e talvez também fosse esse o motivo pelo qual quis trazê-lo aqui para o blog, além claro, pelo de ter gostado dos detalhes contados. Meus agradecimentos Sr. Bruno.

Uma boa leitura!
A noite naquela pousada parecia ser mais escura que em qualquer outro lugar. Talvez fosse. Na serra, cercada de mata e sem nenhuma iluminação por perto, só restava mesmo a escuridão.
Uma mulher jovem e bonita era a única pessoa no quarto. Ela estava imobilizada. Deitada numa espécie de divã, com as pernas amarradas e meio afastadas e os pés no chão. De barriga para cima  e com os braços também presos. E no escuro.

Minha chegada...

Conto tirado do blog Relatos de Sophia, também de minha autoria.


... Foi o encontro entre submissa e Dono, depois de ter esperado dias por esse momento, ele se deu em 16 de dezembro de 2011. Durante a viagem procurava só dormir pra estar descansada a noite, faltando poucos instantes para encontrá-lo na rodoviária ao mesmo tempo que sentia uma euforia também sentia receio, de que levasse algo em público, então quando ainda do ônibus o vi à minha espera me atentei logo em procurar algo que pudesse ter sido trazido, como me falava que levaria para distinguir sua cadela das demais pessoas do local, para meu alívio não levara nada que pelo menos fosse visto facilmente pelas pessoas. Os passageiros desciam um a um e eu ainda sentada, imóvel, olhando pela janela vi que já se esticava se perguntando onde estaria sua cadela, então respirei fundo, me levantei e comecei a sair, me dirigi logo a pegar minha mala, de modo a evitar olhá-lo logo, não porque me foi estipulado mas porque começava a ficar nervosa; então o vi, acenamos um ao outro e, quando me tocou pela primeira vez pensei: agora não tem volta...


Jeans Azul

Jeans azul
Camisa branca
Entrou na sala, você sabe que fez meus olhos queimarem
Era como James Dean - com certeza
Você, tão novo para a morte e doentio como o câncer
Você era meio punk rock, eu cresci no hip hop
Mas você se encaixa melhor em mim do que minha camisola favorita e eu sei
Que o amor é malvado, e o amor dói
Mas eu ainda me lembro do dia em que nos conhecemos em dezembro - oh baby!