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16 de janeiro de 2013

Escrevo aqui há um tempo, já pensei em mudar título, apagar textos, corrigir outros e até em deletá-lo por completo, por mudar o modo como penso em muitas coisas, mas decidi apenas continuá-lo, afinal como aprendiz e alguém de funcionamento muito peculiar, dou-me à mudanças, me reinvento!

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Minha chegada...

Conto tirado do blog Relatos de Sophia, também de minha autoria.


... Foi o encontro entre submissa e Dono, depois de ter esperado dias por esse momento, ele se deu em 16 de dezembro de 2011. Durante a viagem procurava só dormir pra estar descansada a noite, faltando poucos instantes para encontrá-lo na rodoviária ao mesmo tempo que sentia uma euforia também sentia receio, de que levasse algo em público, então quando ainda do ônibus o vi à minha espera me atentei logo em procurar algo que pudesse ter sido trazido, como me falava que levaria para distinguir sua cadela das demais pessoas do local, para meu alívio não levara nada que pelo menos fosse visto facilmente pelas pessoas. Os passageiros desciam um a um e eu ainda sentada, imóvel, olhando pela janela vi que já se esticava se perguntando onde estaria sua cadela, então respirei fundo, me levantei e comecei a sair, me dirigi logo a pegar minha mala, de modo a evitar olhá-lo logo, não porque me foi estipulado mas porque começava a ficar nervosa; então o vi, acenamos um ao outro e, quando me tocou pela primeira vez pensei: agora não tem volta...


Era tarde da noite, eu ainda muito tímida e sem jeito diante dele, falávamos já pelo telefone, mas estar ali a espera do incerto me fazia sentir um frio na barriga, não sabia o que faria comigo, então havia certo receio de não agradá-lo... já em sua casa, eu ainda reconhecia o ambiente, assim como a mobília, os objetos na sala e o cheiro do local, madeira acarpetada!

Me mandou então que tomasse um banho me orientando voltar à sala enrolada na toalha e que lhe entregasse minhas roupas... no banho eu estava ansiosa pelo que viria, me atentei em não demorar e logo saí... enrolada na toalha, um pouco envergonhada e segurando minhas roupas, eu andava corredor caminho á sala, que se encontrava iluminada por pequenas luzes fracas nos cantos ao redor da mobília, um leve aroma de incenso e alguns objetos sobre o vidro da mesinha central, algemas, cadeados, correntes e a coleira!

Dono então me encarava, descia os olhos de forma a me observar, aquilo me deixou mais envergonhada a tirar a toalha, então ele se aproximou pegou minhas roupas dobradas e colocou-as sobre o sofá, se voltou a mim e me trouxe próxima o bastante para sentir seu cheiro... sem que percebesse nos beijamos, e suas mãos me firmavam pela cintura... me olhou nos olhos e arrancou a toalha num puxão firme, senti sua respiração bem próxima ao meu pescoço, então sentou-se no sofá e me fez ajoelhar de frente, pegou a coleira e me olhou novamente nos olhos... pude ouvir o fecho estalar... ele se levantou e me colocou de pé junto dele, de forma a me acariciar os seios e todo o corpo até as pernas, passara a mão entre as pernas até me acariciar a xaninha, estava molhada e eu começava a me sentir excitada, a respiração ofegante... num impulso dono me trouxe os pulsos para trás e os algemou, me segurou firme pelos cabelos da nuca e me conduziu até o quarto, de forma ligeira e, bruscamente me jogou sobre a cama. Tive certa dificuldade em me ajeitar, os pulsos estavam algemados às costas, mas antes que eu pudesse terminar o movimento, dono já estava sobre mim, liberou um dos pulsos e os algemou à cama... me encontrava excitada diante do que me acontecia, senti seus dedos se introduzindo em mim, eu começava a gemer de tesão, foi quando o vi abrir suas calças, seu pau estava duro, começou a comer sua cadela, toda exposta de quatro para ele, sentia meu corpo se impulsionar pra frente enquanto me segurava pela cintura, então tirou seu pau e gozou sobre a bunda da cadela... dono banhou sua cadela e a colocou na cama, encoleirada, assim dormiram.

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