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16 de janeiro de 2013

Escrevo aqui há um tempo, já pensei em mudar título, apagar textos, corrigir outros e até em deletá-lo por completo, por mudar o modo como penso em muitas coisas, mas decidi apenas continuá-lo, afinal como aprendiz e alguém de funcionamento muito peculiar, dou-me à mudanças, me reinvento!

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Premier Chien

Esse é um conto que me enviaram, li e gostei, e só depois de insistir consegui a autorização para publicá-lo. Ele traz uma temática um pouco diferente da que eu costumo escrever e contar, e talvez também fosse esse o motivo pelo qual quis trazê-lo aqui para o blog, além claro, pelo de ter gostado dos detalhes contados. Meus agradecimentos Sr. Bruno.

Uma boa leitura!
A noite naquela pousada parecia ser mais escura que em qualquer outro lugar. Talvez fosse. Na serra, cercada de mata e sem nenhuma iluminação por perto, só restava mesmo a escuridão.
Uma mulher jovem e bonita era a única pessoa no quarto. Ela estava imobilizada. Deitada numa espécie de divã, com as pernas amarradas e meio afastadas e os pés no chão. De barriga para cima  e com os braços também presos. E no escuro.
Ela respirou fundo, puxando o ar frio e se arrepiando. Pensou em como chegou até aquele lugar. Em como chegou até aquele ponto, onde estava presa, sem saber o que aconteceria em seguida - e mesmo assim adorando a situação.
Muito jovem se casara, muito cedo se formou em medicina e passou a trabalhar em uma rotina estressante e intensa. Ela e seu marido - igualmente viciado em trabalho – tinham hoje uma vida confortável e tranquila. Mas ela sentia falta de algo.
Há cerca de dois anos ela teve seu primeiro amante, algo breve e sem significado, mas que lhe mostrou ser possível preencher o vazio que sentia sem atrapalhar sua vida “normal”. Teve outros, todos fugazes, mas que sexualmente foram lhe abrindo portas, lhe tornando mais...vadia. Gulosa. Ávida por mais experiências. Ela conheceu seu atual amante numa convenção de trabalho. Incrivelmente nunca soube o
que ele fazia exatamente ali, já que era advogado. Mas se aproximaram, conversaram e terminaram na cama.
Isso foi há 3 meses.
Seu amante acabara de sair do quarto, apagando as últimas velas que iluminavam o lugar. Agora, a única luz que ela via era olhando pelas largas portas da varanda, que ele deixou abertas, era das estrelas que naquela noite clara e sem lua enchiam o pedaço de céu que conseguia ver, presa naquele divã.
Ela conhecia bem a pousada, já tinha estado ali antes algumas vezes. Já havia sido possuída naquele mesmo quarto outras vezes. Mas nunca tinha tido uma noite como esta. Com seu amante usando máscara e abusando dela com vibradores, plugs, chicote e pingos de cera quente de velas. Dor e prazer se misturaram e explodiram em longos gozos, deliciosos e loucos.
E então o mascarado saiu do quarto. Sem tê-la penetrado, mal tendo tocado seu corpo com as mãos, sem os seus “brinquedos”. Um pouco antes de sair do quarto ele havia soltado-a da cama e a puxado até o divã, ao lado, a prendendo de novo imediatamente. Passivamente ela se deixou conduzir, entorpecida pelos seguidos orgasmos.
Ele a prendeu no divã, naquela posição, com o quadril bem na ponta e na altura certa. Bastaria ele se reclinar sobre a jovem loira e...
Mas ele não fez isso. Não fez nada. Apagou as velas e saiu. Deixando-a presa. E no escuro.
Sem sons ou luzes, ela perde a noção de quanto tempo ficou ali aguardando. Chega a pensar que a noite havia acabado, que ele não retornaria e ficaria ali amarrada até uma camareira chegar para limpar o quarto, pela manhã.
Então, ruídos. Ela escuta passos e um outro barulho, mais fino...tic, tic, tic... algo batendo no cimento do lado de fora do chalé. Vindo pela porta da varanda, um vulto aparece. É ele, o mascarado, que chega puxando ao seu lado um cachorro.
Ele volta a acender algumas velas e ela pode olhar melhor o animal...preto, com quase um metro, de uma raça que imagina ser dogue alemão. O cachorro está sentado perto da porta a olhando. Ela não entende por qual razão o mascarado voltou o trazendo com ele.
Até que uma ideia passa pela sua cabeça. “Não...impossível”, ela pensa. “Ele não está pensando em...não!”. Não? Então por que o cachorro está agitado, por que parece tão ansioso? Olhando a jovem médica de um jeito que claramente parece ser com desejo, vontade, tesão...
Ela então percebe que, para o olfato dele, seu cheiro deve estar marcante, depois dos gozos que o mascarado a fez ter. O cachorro estava sentindo seu cheiro e, para ele, a loira era uma cadela no cio. À disposição. Pronta para cruzar.
Depois de acender as velas, o mascarado volta até o cachorro, pegando a guia da coleira. Um leve puxão é suficiente para o animal se mexer, indo em sua direção. Sim, em sua direção...mesmo se não estivesse presa ao divã, ela não conseguiria se mexer. Estava paralisada pela mistura de pânico e repulsa.
O longo focinho se enfiou entre suas pernas e ela sentiu a ponta gelada roçando suas coxas, sua virilha, sua boceta. Seu cheiro hipnotizava o animal, o excitava. Naquele instante, ela era uma fêmea com um cheiro inebriante e delicioso.
Tão gostoso que no instante seguinte o cachorro passou a lambê-la. Seu corpo todo se contraiu quando a língua comprida e áspera tocou sua boceta. Cada lambida alcança e pegava toda sua vagina, seu grelinho, seus lábios...
E as lambidas começaram a se repetir sem parar, numa velocidade que nenhum homem conseguiria igualar. Sua cabeça girava, em pânico...mas seu corpo começava a reagir, mesmo contra sua vontade. Sua boceta se encharcava, suas pernas se abriam mais. A língua quente freneticamente ia vinha, às vezes como se tentando entrar nela, sempre roçando toda sua boceta, lambendo mais...e mais...e mais...e...
Ele para e antes que ela consiga entender o que houve o vê se erguendo nas patas traseiras.
O cachorro vem por cima dela no divã. As patas dianteiras caem sobre sua barriga com força, a arranhando, enquanto ele se ajeita. Ela sente algo muito duro cutucando com força suas coxas, sua virilha... buscando caminho. Ele se ajeita sobre a garota, se equilibrando, as patas a apertando e arranhando mais. Uma, duas estocadas perto da sua entradinha...quase conseguindo.
O mascarado continua de pé, ainda segurando a guia. Ela mal nota mas ele segura e dita os movimentos do cachorro. Só quando solta um pouco a guia que o enorme animal consegue avançar um pouco mais e a penetrar.
O membro duro e comprido mergulha de uma vez na boceta, arrancando um grito da linda jovem, mais de susto que de dor. Imediatamente o cachorro começa a estocar, numa velocidade absurda. Ela sente o pau dele crescer, inchar dentro dela. O mascarado ainda controla os movimentos do cão, não o deixando penetrar muito fundo.
As patas do animal sobre ela a pressionavam com uma enorme força, ela não conseguiria se levantar, mesmo se estivesse solta. A enorme mandíbula aberta, com a língua de fora, escorria uma baba grossa, que pingava em seu seios. Os pelos curtos e grossos roçavam suas coxas, sua barriga.
Sua cabeça sabia que tudo aquilo era louco, repugnante... mas seu corpo, não. Para sua boceta, ela recebia um pau grosso e duro, que não parava de entrar e sair. Ana chega a morder os lábios, tentando impedir os gemidos que começavam a sair da sua boca, por vergonha de expor o prazer que já sentia.
Incansável, o cachorro seguia estocando, metendo, enterrando o grosso membro, a preenchendo toda. Ela sentia a base do pau dele, ainda mais grossa, pressionando sua boceta. Só a mão firme do mascarado controlando a coleira impedia que o cachorro enfiasse até aquele grosso nó na boceta dela.
O cachorro não enfiava, mas o nó batia contra sua boceta a cada estocada, àquela altura. Sem parar. Até ser inevitável ela gozar...forte...alucinando. Gemendo alto. Ela perde a noção de tudo, o quarto fica girando...
Sem saber quanto tempo depois, e com o cachorro sempre a comendo, a possuindo... Ela sente outro gozo chegar. Até que o cachorro também começa a ejacular, explodindo dentro dela, a lavando por dentro com uma quantidade enorme de porra quente.
O cachorro fica imóvel, dentro da loira por alguns minutos. Respirando forte, como ela, que está ofegante e suada. Ele então sai de cima do divã e sai de dentro dela. Um rio de esperma desce pela sua boceta. O cachorro se vira, a ignorando e saindo do quarto.
O mascarado solta suas mãos e seus pés e só aponta a porta do banheiro. Quando ela sai do banho, o quarto está vazio.
... Sr. Bruno.

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